domingo, 15 de novembro de 2009

Meta conquistada

Quando criei esse blog comentei das conquistas nesse último ano e das várias quebras de paradigmas depois da separação. Comemorei cada uma delas com uma felicidade em especial. Hoje cumpri mais uma importante etapa, que estava na minha listinha de metas de vários anos mais ainda não tinha sido eliminada: concluir uma corrida de 5km.

Completei em 33,40 minutos e felizmente com tranquilidade. Contei com a maninha para dar uma força. Estou muito orgulhosa. Agora é continuar e tentar uma próxima, quem sabe 10 km.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Um café, por favor.

Nas últimas semanas tenho passado mais tempo viajando a trabalho do que em casa. Esse detalhe gera uma série de preocupações com a administração do lar como: roupa suja, faxineira, supermercado, manicure, banho da cachorra e ainda manter a malhação em dia. Vou deixar isso de lado, quero falar das viagens. Apesar de trabalhar muito e muitas vezes nem conhecer a cidade direito, procuro sempre ver o lado bom de cada lugar. Tento curtir um pouquinho a região e sempre acabo me apaixonando pelos detalhes, lugares e pessoas. A última cidade que me apaixonei foi Vitória, que aproveitei para ficar o final de semana e conhecer suas belas praias.

Sinto que depois que sai de Porto Alegre para São Paulo moraria fácil me outros lugares do Brasil e fora dele. A questão é que sempre me achei estressada, mas nessas viagens descobri que em comparação ao restante das pessoas que vivem nesses ambientes de aeroporto, avião e táxi, sou um poço de paciência e tolerância. A maioria reclama o tempo todo e a tensão está no ar e nos semblantes, não tem como esconder. Também faço a “mea culpa”, já que faço parte dessa massa de pessoas e normalmente costumo me isolar no meu mundinho de preocupações e coisas de trabalho: telefone, computador, leituras, etc. Dificilmente converso com alguém,mas viajar a trabalho é diferente de estar de férias e curioso para conhecer todas as novidades.

Acostumei com tudo nesse mundo depois de três anos viajando. Só quando ouvi um comentário de duas madames me dei conta que esquecemos os valores e quando digo isso, são os preços mesmo e também as pessoas. “Hoje tomamos o café mais caro de São Paulo”,comentou a loira chiquérrima, muito bem vestida e com jóias que brilhavam aos olhos. Eu super ingênua achei que era no melhor restaurante da cidade, mas eis que ela acrescenta. “Aqui no aeroporto. Um café e um pão de queijo R$ 12,00”. Realmente é um absurdo, sempre achei, mas nos com o tempo parei de questionar.

Fiquei com essa história na cabeça e ontem quando embarcava para o Rio a situação me caiu no colo novamente. Naquele mesmo lugar caríssimo, acho que não existe um lugar mais barato, o atendimento estava péssimo e demorado e eram poucas atendentes. Uma mulher gritava agitada, que iria perder o vôo. No início pensei: nossa coitada, depois pensei: ah...mas se iria embarcar não dáva para esperar para tomar um café depois?

Continuei observando tudo do balcão e comecei a achar divertido tudo aquilo. A atendente estava quase louca de tantos pedidos, mas atendia com gentileza e brincadeiras. Mesmo resmungando que tinha que sair da máquina do café para ir bater o meu suco, fez isso de uma maneira divertida e estava calma dando conta de tudo, no seu ritmo é claro. Essa situação me fez pensar que nos esquecemos de valorizar essas pessoas que nos atendem diariamente no café, na padaria, no restaurante ou supermercado e perceber o que está por trás da situação. Hello: ela está sozinha, dá para olhar em volta um pouquinho?

Simplesmente adoro São Paulo, mas criamos um padrão de qualidade que dificilmente é atendido fora da capital paulista. As outras capitais tentam, mas tem as suas peculiaridades e falta muito treinamento. Afinal ele não tem a mesma demanda da cidade que promete se tornar a 6ª mais rica do mundo. Temos que lembrar que esses atendentes não são máquinas,mas sim pessoas que estão por trás do seu pedido. Não é só a atendente que precisa ser simpática. Uma cordialidade, um sorriso e um pouco flexibilidade do cliente também é de bom tom. Vale também ser menos exigente nos detalhes e cobrar menos, afinal um ajuste ou uma espera no pedido não vai matar ninguém, pelo contrário vai garantir uma vida mais longa.

PS: Ontem corri na Praia de Copacabana com chuva. Foi maravilhoso. E disso que estou falando, curtir nem que sejam 30 minutos da cidade!!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Santo Bilhete

Escrevi um tempo atrás para o blog das minhas amigas queridas do 3x30 sobre a iniciativa do bilhete e como não tenho conseguido escrever tanto quanto eu gostaria, resolvi recuperar um texto que acho bacana, que fala da arte da paquera. Espero que gostem!

Um bar com nome de santo “São Bento” e o “Santo bilhete”, quer melhor que isso? Não demorou muito para eu colocar os olhos em um homem maravilhoso e momentos depois eu já estava com bloco e caneta em punho pronta para atacar. Ele tinha me hipnotizado e eu não iria embora sem conhecê-lo. Lembrei-me da época de solteira e como sempre fui determinada e não ia para casa sem tentar aquele gatinho logo na chegada. Que sensação gostosa sentir isso novamente.

Um simples bilhete trouxe-me uma experiência maravilhosa e internacional, isso mesmo, o moçoilo era português, estava no Brasil a trabalho, e o “torpedo” como é chamado nos bares por aí, trouxe muitas conversas por mensagens, emails, MSN, telefonemas e claro encontros inclusive na cidade maravilhosa. Felizmente ou infelizmente ele era “vermelho”, e a aventura foi estonteante, mas acabou e ficou apenas nas recordações. Mesmo assim, posso dizer que a experiência valeu muito à pena. Essa experiência é uma de muitas que ainda vou vivenciar, porque nem tudo são flores, e algumas foram realmente decepcionantes. Procuro não lembrar dessas...(juro que tento!)

Sou devota do “Santo Bilhete”. Já usei o recurso outras vezes com total sucesso. Inclusive eu e uma amiga recebemos um torpedo, também internacional, mas acabamos não levando a sério. É não é que o bilhete rendeu e muito? Só posso adiantar que adotei um santo em especial “São Jorge”. Um dia desses escrevo os detalhes dessa história muito gostosa.

O importante é aproveitar a vida, sem medo. Teste você também o bilhete e me escreva para contar: confissoesdeumadivorciada@gmail.com

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Brincadeira de gente grande

A primeira vez em um sex shop é sempre uma aventura. Antes de ir a um, conheci um lugar chique, no meio de Moema, de lingeries maravilhosas e que reservava um pequeno e discreto espaço para as brincadeiras. Eu tinha ido atrás do tal anel peniano com mini-vibrador , que a uma amiga tinha feito vários comentários. A atendente me deixou tão a vontade que fiz um rancho de roupinhas, acessórios. O brinquedinho vale cada centavo do investimento e indico para todas as amigas.

Entrei realmente em um sex shop com um grupo de mulheres em pleno centro de Porto Alegre e todas sairam com algum acessório a tira colo. Nesse dia, essa minha amiga querida, que convidei para escrever esse post, meu deu altas dicas e divertiu a mulherada. Se você ainda não conhece ou nunca usou os recursos dos brinquedinhos aproveite o relato. Tem de tudo e com certeza alguma coisa você vai encontrar para realizar as suas fantasias, sejam elas as mais loucas ou puritanas (nem tanto assim).

Com vocês minha super amiga, de 30 anos, solteiríssima e que está de aniversário em breve!

E continue acompanhando a Temporada Erótica. Tem muito mais por aí!

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Um rápido flash back: Namorei sete anos e durante esse tempo nunca comprei nada em sex shop para esquentar minha relação. Mesmo assim, meu primeiro contato esse tipo de loja foi na faculdade. É fato que todo mundo adora falar sobre sexo e na época era o assunto do intervalo. Levávamos revistas para fazer quiz sobre sexo, o celular era o elemento giratório para brincar de verdade ou mentira. Fora o palmtop de uma amiga que virava a atração com as imagens de cama sutra a abria a competição para quem já tinha experimentado cada posição.

A minha primeira vez no sex shop foi engraçada. Éramos quatro amigas: Uma virgem (que a gente achava que era mentira, risos); Uma casada (que nunca tinha ido); e eu e minha amiga que namorávamos anos e nada. Bom, então decidimos conhecer e foi demais. Tantas coisas absurdas para todos os tipos: heteros, gays, lesbicas e etc. A virgem perguntava tudo, o que era engraçado; A casada olhava os vídeos e gritava “olha dá para fazer isso” e eu e minha amiga olhávamos as coisas que poderia aquecer o nosso namoro. Enfim, não compramos nada e o carro quebrou em frente à loja, bizarro.

Fiquei solteira e ai de fato eu conheci o que era sexo e as possibilidades dele. Acho que criamos preconceitos bobos e com a maturidade deixamos de lado. Tenho um grupo de amigas enorme e todas com mil experiências, umas mais ou outras menos,mas começamos a trocar ideias e todas descobriram que tínhamos que ir ao sex shop . Foi a partir desse momento que descobri várias possibilidades de fazer do sexo uma brincadeira cheia de prazeres.

O que descobri, experimentei e indico para a mulherada afim de colocar mais diversão no sexo:

- Bolinha: É algo fascinante para brincar, pois tem um líquido perfumado que aquece tanto a vagina quanto ao pênis e o mais legal é não contar ao parceiro, pois você introduz a vagina e na hora do sexo “surpresa”;
- Óleo: Descobri o óleo com sabor de canela que no sexo oral é tudo de bom, pois pode aquecer e o homem fica enlouquecido. O mais legal é que tem vários sabores e várias sensações como: frio, quente, ambos, muito bom mesmo;
- Vibrador: Tem um que é demais é tanto para a mulher quanto para o homem. É de silicone, tem um anel para homem colocar no pênis e na relação o vibrador massageia ambos que vão ao delírio rapidinho. Tem em vários formatos de bichinhos, como coelhinho, pato, etc.;
- Pomadinha: Para você gozar com mais facilidade e para fazer sexo anal e tantas outras coisas.

Enfim, depois de todos esses aprendizados, repasso para todas as minhas amigas. Inclusive tenho um grupo que adoro que é super diferente que tem mulheres de 50 anos a 30 anos, que descobriram o sex shop e adoram essa novidade. O fato é que não podemos deixar de gozar a vida. Cada relação é única e temos o dever de conhecer todas as possibilidades de prazer, sempre respeitando o seu limite...

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Onde tudo é permitido....

...mas nada é obrigatório. “Bom descanso”, diz o porteiro, logo após eu entrar na garagem do meu prédio, no início daquela noite. Foi engraçado. Mal sabia ele dos meus planos para mais tarde. Descanso definitivamente não era, mas sim uma mistura de emoção, curiosidade e badalação.

Sempre quis conhecer uma casa de swing. Quando encontrei a pessoa certa para essa aventura fiz o convite. Acertei na escolha e também no momento. Hoje penso muito diferente e estou aberta a novas experiências em um relacionamento. Ter uma pessoa para acompanhar isso é tudo de bom. Eu sabia que seria a pessoa perfeita e foi. Estávamos na mesma “vibe” o tempo todo.

A chegada é de uma balada comum, com muitos casais, ambiente escuro e algumas mulheres um pouco extravagantes. Dizem que as garotas de programa não frequentam, mas eu duvido. Com certeza elas aquecem o ambiente e dão, vamos dizer assim, um incentivo às mais tímidas e uma alegria para os homens que aproveitam para tirar uma casquinha.

O primeiro show começa com um bombado para caramba. Que bom que eu estava bem no final. Imagina se ele me leva para o palco? E mais uma dose de vodka. Uma gostosa apareceu e desceu pelo mastro do mezanino. Belo show! A música era animada e me senti literalmente em uma balada liberal e alternativa. Dancei, me diverti e ninguém chegou chegando, mas eventualmente uma mão na cintura, mas sem insistência quando via que não rolava. Mulheres nuas dançando no balcão, outras quase nuas aproveitando para dar show e a galera entrando no clima.

Fomos conhecer outros ambientes da casa. A primeira era quase uma sala de espera, com cabines individuais. Resolvemos fazer amizades e conversamos com a Carol, que foi super simpática. Ela já conhecia a casa, nos explicou algumas coisas e disse que tinha namorado, mas que gostava de pegar “menina”, então vinha sempre com um amigo. Outro casal ouviu nossa conversa e entrou no embalo. Tinham que ser gaúchos. Quando eu digo que eles estão em todo lugar as pessoas não acreditam. Resolvemos despistar e desbravar outros espaços.

Em outro corredor o clima estava mais quente. Primeiro os sons, depois as nuances e tudo que se pode imaginar: dois homens e uma mulher; duas mulheres e um homem e muitos casais transando. Todo mundo super à vontade e no maior clima de excitação. Impossível não olhar e despertar o tesão. O mais interessante era que cada um se preocupava apenas com a sua vida, ou melhor, com o seu sexo, como se ninguém estivesse observando. Acho que contei uns 20 grupos nos sofás e em pé em uma sala pequena e quente. As mais loucas monopolizavam o som ambiente, com urros, gritos, como em um filme pornô. Isso era apenas o pano de fundo para outras atuações paralelas. Acho que ali aconteciam troca de casais, mas eu sinceramente, não tive tempo e nem coragem de observar com tanto detalhe.

Sempre achei que me sentiria mal e que o clima seria pesado. Bem pelo contrário, achei muito tranquilo e nada perturbador como imaginava. Claro que as doses de vodka ajudaram a relaxar. Fiquei feliz por ter levado a situação numa boa, apesar de ter ficado um pouco congelada para observar os detalhes. Abaixo o pudor - vale tudo para sentir prazer. É isso que as pessoas buscam por lá, seja para apimentar a relação ou mesmo para curtir algo diferente com o seu próprio parceiro ou parceira. Pelo que observei não necessariamente existe a troca de casais.

Se gostei? Adorei a experiência e espero repetir a dose. Depois de conhecer acho que a segunda vez vai ser ainda mais interessante e ousada. Quem sabe esse foi apenas mais um dos paradigmas que quebrei depois dos 30.

domingo, 27 de setembro de 2009

Temporada Erótica

Resolvi criar um clima mais erótico ao blog com histórias, situações e iniciativas na arte da sedução. As minhas leitoras da mesma classe "divorciadas", sabem o que acontece quando as mulheres resolvem apimentar a relação. E as que ainda não conhecem os detalhes mais sórdicos e excitantes tenho certeza que vão adorar.

Tudo são fases e hoje falo mais facilmente sobre sexo e quebrei vários tabus. Vou contar para vocês os meus passos e ilustrar, com cases muitos interessantes. Para aquecer, compartilho a história de uma leitora, representada pela personagem de Catherine Deneuve em "La Belle de Jour", um filme excelente. Enjoy!
Espero que essa seja só a sua primeira colaboração para o Confissões de uma Divorciada Catherine. Escreva mais vezes!!!
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Não consigo parar de pensar naquela tarde. Dia de sol, meio do expediente. Aquele olhar, aquelas mãos...A forma como me pegou de jeito, me beijou cada centímetro do corpo com vontade e desejo. Deliciou-se onde eu mais me delicio. Depois subiu, me beijou os seios, a boca, meu pescoço.

Invertemos. Fui eu lhe beijar o corpo todo. Corpo grande, largo. Ouvir seus sussurros de prazer enquanto lhe beijo seu ponto mais fraco me fez a mais feliz das mulheres. Depois de preliminares tão intensas, permitimo-nos o encontro dos corpos. Enquanto ele coloca a camisinha, eu sigo lhe beijando as costas, a barriga, as coxas... Ele monta sobre mim. Sinto uma conexão que me faz arrepiar a espinha. Fomos feitos um para o outro ao menos naquele dia, naquela tarde, naquele momento.

Ele se mexe. Eu me mexo. Tenho um orgasmo em questão de minutos. Respiro. Beijo aquela boca deliciosa. Me recupero e voo para cima dele. Domino aquele homem e faço dele o meu playground.

Mudamos de posição. Ambos sentados. Eu sobre ele. Nova posição. Eu deitada, pernas para cima. Ele faz uma abordagem por trás. Não perco tempo e fico logo de quatro. Adoro! Dá a sensação de que o homem se sente totalmente realizado desse jeito. A mulher fica subserviente, prestativa. Ele geme e me agarra pela cintura. Puxa meus cabelos ora com força ora com delicadeza. Gentil, me pergunta se agüento mais tempo dessa forma. Digo que sim. Estou encharcada. Nunca tive um orgasmo nessa posição. É possível?

Ele me vira de novo, levanta as minhas pernas e começa a me bombardear. Ataques sucessivos. Vou ter um novo orgasmo...até que ele geme mais alto, mais e mais. E goza. Tem coisa mais linda que ver um homem se desmanchar em um gozo bem no meio das suas pernas? Não tem.

Valeu o dia. Valeu a vida. Afinal, o que é a vida se não esses prazeres de meio de tarde? O que é a vida sem esses encontros fortuitos?

Assinado: La Belle La Jour

Uau, hein? Se você também tem uma bela história como essa ou até mesmo engraçada divida com a gente na temporada erótica do blog. Escreva: confissoesdeumadivorciada@gmail.com

E tem muito mais por aí!

domingo, 6 de setembro de 2009

Número da sorte: 11


Sempre tive uma relação forte com o número 11, talvez porque seja nascida nesse dia. A numerologia diz que quem nasce neste dia terá grandes ideais e aspirações. “Sua grande dificuldade é que muitas vezes, deixa a razão sobrepor-se à intuição. Esta atitude não o levará a coisas boas, já que tem qualidades mediúnicas, é sensitivo e deve seguir a sua intuição”.

Se eu tivesse lido essa descrição antes, teria pelo menos levado em consideração. Realmente sempre quando ajo pela razão as coisas não acontecem da melhor maneira e sempre que ouço minha intuição dificilmente me engano.

Quando pensei em 11, foi simplesmente para lembrar as coincidências desse número na minha vida.

Nasci no dia 11 de junho.
Dei meu primeiro beijo aos 11 anos.
Morei em três apartamentos com o número 11 (111, 11 e 114).
Acabei um relacionamento de 11 anos (entre namoro e casamento).
Simplesmente adoro a música Trem das 11.
Sempre torci pelo camisa 11 da Seleção.
Foi em dia 11 que eu descobri que seria jornalista.
Já trabalhei em 11 lugares diferentes.
Tenho 11 amigas muito queridas.

E a melhor coincidência de todas: apaixonei-me depois de 11 meses separada.

Estou adorando tudo isso!